6 anos sem você, Daniel.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Sem você.
É impressionante como certas feridas não param de doer, como ficam lá sem ao menos mostrar um sinal de cicatrização. Tenho uma dor no peito que não passa, que não há remédio que cure nem felicidade que faça esquecer. E dói ainda mais, quando o passado se faz presente, quando as lembranças voltam para afogar o coração em lágrimas. Tento me afastar das recordações, tirar do meu dia-a-dia tudo que me faz lembrar, mas não dá, sempre aparece algo que me faz ter vontade de morrer também. Me sinto como se não tivesse fé, não sou a única pessoa do mundo que perdeu alguém querido, sei que devia me conformar. Mas como? Eu cresci sem você, Daniel. Eu não te vi crescer, nem nunca vou poder te ver crescido. O que eu sei, e posso ver todos os dias, é que eu te amo.
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