Resolvi assistir o filme "amor à distância", passei o início esperando algo que eu pudesse me identificar, mas o título já dizia tudo.
Me encantei com cenas de programas a dois, cheias de romance que eu ainda não vivi, com o conhecimento diário do casal.
Me identifiquei com as horas no telefone, com o fuso horário, mensagens de texto, filmes assistidos juntos mesmo longe os amigos que nos acham loucos, a falta de nomenclatura pro relacionamento, troca de presentes e cartas, o “te vejo na internet”, a aflição na chamada não atendida, a dificuldade da separação.
A emoção da despedida, aquela que ninguém sabe o que fazer e a vontade é só ficar pra sempre juntos, a incerteza do reencontro apavora.
Me identifiquei com as horas no telefone, com o fuso horário, mensagens de texto, filmes assistidos juntos mesmo longe os amigos que nos acham loucos, a falta de nomenclatura pro relacionamento, troca de presentes e cartas, o “te vejo na internet”, a aflição na chamada não atendida, a dificuldade da separação.
A emoção da despedida, aquela que ninguém sabe o que fazer e a vontade é só ficar pra sempre juntos, a incerteza do reencontro apavora.
Eu quero poder dizer que nós superamos isso, que a distância não é nada, que a gente se ama mesmo assim.
Eu quero ter o final do filme, mesmo com todas provações e despedidas, com toda lágrima derramada e vontade de desistir.
"eu só quero ficar com você, não quero te perder. e que se dane a distância, que se dane.
eu fico aqui, você fica aí, porque francamente, eu sou louca por você"
eu fico aqui, você fica aí, porque francamente, eu sou louca por você"

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