Da minha paixão infantil ao eros maduro dos teus lábios, inclino meu corpo ao abismo da nossa relação.
Damos voltas vazias, tentando não cruzar nossos passos em caminhos solitários, fugimos de nós. Até nos encontrarmos de novo, de novo e de novo.
Do infantil ao maduro, declino ao seu mundo ficando ao seu lado, olhando seus olhos, sentindo seu cheiro e desejando seu gosto. Horas ouvindo, horas falando, sempre partilhando.
Pois quando estamos presos em nossos braços e amassos, partilhas e desejos, entre prosa e verso, tudo faz sentido e o universo é o finito selado em nosso doce beijo.
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